quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Teoria do Big Bang, uma teoria muito mais filosófica do que científica.



Autor: Roberto das Neves.
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Muitas pessoas que apoiam e defendem a teoria do Big Bang, não percebem que esta teoria, é na verdade mais filosófica do que científica, e dessa forma acabam vendendo gato por lebre...



Foi um padre chamado Georges Lemaître, formado em física, quem propôs essa teoria.
A hipótese de Lemaître estipula que todo o universo (não somente a matéria, mas também o próprio espaço) estava comprimido num único átomo chamado de "átomo primordial" ou "ovo cósmico". O estudioso afirmava que a matéria comprimida naquele átomo se fragmentou numa quantidade descomunal de pedaços e cada um acabou se fragmentando em outros menores sucessivamente até chegar aos átomos atuais numa gigantesca fissão nuclear.
Foi Lemaître, portanto, quem propôs a Teoria do Big Bang, mais tarde desenvolvida e complementada por George Gamow.

Gamow apresentou a hipótese da expansão desse átomo primordial, complementando a teoria inicial de Lemaítre.

As questões que coloco ao afirmar que esta teoria é muito mais filosófica do que científica, baseia-se nas seguintes informações:

Toda teoria nasce primeiramente com uma teoria filosófica, e somente torna-se científica quando, através de experimentação, comprovamos os acertos desta teoria, conforme escrevi em meu artigo: Teorizando as teorias: http://gilghamesh.blogspot.com.br/2012/08/teorizando-as-teorias.html

No caso da teoria do Big bang, esta, carece muito de dados comprobatórios que confirmem suas hipóteses.

Primeiramente, não existe uma única comprovação sequer de que o universo surgiu de um único átomo que deu origem a toda a energia e matéria existentes hoje.
Lemaítre e Gamow, jamais conseguiram explicar como, um único átomo pode gerar outros átomos do nada.

Eles jamais conseguiram explicar como e por quê, esse único átomo explodiu e causou uma expansão, gerando, além de toda a matéria e energia, o tempo e o espaço.

A hipótese da expansão, afirma que esta expansão ocorreu com uma velocidade maior do que a velocidade da luz, contrariando a lei que afirma que não existe nada que possa viajar pelo espaço, que seja mais rápido do que a luz. Para contornar este problema, os teóricos afirmam que, o espaço não existia até a explosão desse átomo, e assim, existiria a possibilidade de a expansão ser mais veloz do que a velocidade da luz, uma vez que o espaço seria criado juntamente com a expansão do universo.

Apesar desta afirmação, nenhum físico teórico ou experimentalista, jamais conseguiu comprovar esta hipótese de expansão mais rápida do que a luz.
Mas a questão fulminante é a questão da força gravitacional.

Quando Newton criou a teoria da força da gravidade, afirmou que esta força era gerada pela massa, mas, nunca conseguiu explicar como a massa cria ou gera essa força gravitacional.
Einstein procurou melhorar a lei da gravidade, proposta por Newton, mas apesar de seus esforços, nunca conseguiu também, explicar como a massa é capaz de gerar a força gravitacional.

Os físicos defensores da mecânica quântica, que afirmam ser a teoria do big bang, algo que realmente aconteceu, para explicar o que é a força gravitacional, que não é explicada pela teoria do Big bang, propuseram que esta força é gerada por uma partícula chamada de gráviton.

Mas essa proposta não explica absolutamente nada, primeiramente, porque afirmar que existe uma partícula responsável pela força gravitacional, apenas acrescenta mais um vagão em um trem teórico, sendo que esta hipótese, não explica como essa partícula gera a força gravitacional.

E finalmente, além de não explicar, tal partícula chamada de gráviton, jamais teve sua existência confirmada, tal qual a existência do Bóson de Higgs, outra masturbação teórica quântica não confirmada pela experimentação, e não venham afirmar que a equipe do LHC conseguiu confirmar a existência do Bóson de Higgs,  pois eles não o confirmaram, eles encontraram não uma, mas duas partículas e afirmam ter 99,99% de chance de uma dessas partículas ser o tal bóson de higgs, apesar de todo o alarde em torno disso, não dá para afirmar que o bóson de higgs realmente existe, o que eles encontraram pode ser apenas mais duas partículas não responsáveis pela massa e não o bóson de higgs propriamente.

É muito temerário afirmar sem sombra de dúvida que o bóson de Higgs, realmente existe, aguardemos os estudos finais sobre esse assunto, eu pessoalmente aposto no fracasso da comprovação final de que ele exista, vamos esperar...


O grande problema da teoria do big bang, é que nela foi juntada hipóteses com teorias, vale aqui lembrar a diferença entre as duas coisas...

O ovo cósmico que teria dado origem a tudo é apenas uma hipótese não comprovada, e nunca será...

A chamada "expansão do universo" é também uma hipótese, pois a única coisa que lhe daria certa credibilidade seria o efeito redshift observado por Hubble, ao afirmar que as galáxias estão se afastando uma das outras a grandes velocidades, sendo que as galáxias que tendem para o vermelho estão mais distantes e se afastando mais rapidamente, e as com desvio para azul estão mais próximas de nós, afastando-se mais vagarosamente.

No entanto, a afirmação de Hubble é mais hipótese do que teoria, caso a expansão existisse e as galáxias se afastassem uma das outras, como explicar a série de galáxias que estão em rota de colisão, sendo que, várias fotos demonstram que estas colisões estão acontecendo entre galáxias com amplitude de raio vermelho, contra galáxias com amplitude de raio azul,  como elas poderiam estar colidindo, se as suas amplitudes, segundo diz a teoria de Hubble demonstrariam que elas estão  muito distantes uma das outras, tornando uma colisão entre elas impossível? Lembre-se: "as galáxias que tendem para o vermelho estão mais distantes e se afastando mais rapidamente, e as com desvio para azul estão mais próximas de nós, afastando-se mais vagarosamente."

Alguns pesquisadores estão estudando novas hipóteses, e uma delas define que o universo não está em expansão, mas sim, gira em torno do seu próprio eixo, fazendo com que as galáxias que estão mais próximas do seu centro gravitacional, orbitem o núcleo mais rapidamente e que, as galáxias mais afastadas do seu núcleo orbitem mais vagarosamente, o efeito redshift, seria a comprovação desse movimento e explicariam ainda, por que muitas das galáxias estão em rota de colisão...

Se observarmos a foto abaixo, podemos hipoteticamente dizer que o que se afirma ser lente gravitacional, segundo a teoria de Einstein, seria na verdade, o movimento mais rápido ou mais lento, das estrelas em torno de seu centro gravitacional:




As estrelas mais próximas do centro, orbitam mais rápido emitindo luz vermelha e as estrelas mais afastadas, orbitam mais vagarosamente, emitindo luz azul...

No entanto, essas novas hipóteses, também não explicam como a massa pode gerar força gravitacional (se é que a massa gera realmente algum tipo de força...)...


No entanto, apesar da teoria do big bang ser falha, foi agregada a ela, uma série de teorias válidas, como por exemplo, a teoria da formação das estrelas de Bethe e Brow a a teoria de Fowler sobre a formação da matéria.

Ambas as teorias estão recheadas de evidências comprobatórias e são elas as únicas a fazerem parte da teoria do big bang, que realmente se sustentam, fazem sentido e são comprováveis.



Uma teoria que tenta explicar o surgimento do universo, sem levar em conta as forças gravitacionais necessárias para tal coisa, não tem valor nenhum, uma vez que dá margem a erros de interpretação sobre uma série de fenômenos. As forças eletro-magnéticas e nucleares, são muito bem explicadas, apontando suas causas e efeitos, já a força gravitacional, apontam uma suposta causa (a massa), mas jamais explicaram como e porque ela (a massa), gera tais efeitos...

Criar teorias é fácil, confirma-las, são outros quinhentos...

E enquanto isso, muita gente defende gato por lebre sem saber, somente porque alguns teóricos da mecânica quântica vendem seus gatos na televisão e livros “científicos”, como algo verdadeiro ou realmente possível, desonestamente, uma vez que vendem apenas teorias, e não, as confirmações de suas teorias...



Os seguintes físicos e cosmólogos, contestam a teoria do Big Bang:

Dr. Halton C. Arp, Andre Koch Assis, Geoffrey Burbidge, Margaret Burbidge, John Dobson, Professor Truls Hansen, Fred Hoyle, Eric Lerner, Martin Lopez-Corredoira, Kary B. Mullis, Jayant V. Narlikar, Jean-Claude Pecker, Anthony Peratt, Kristoffer Rypdal and Jack Sulentic.

Abaixo, os vídeos onde apresentam suas contestações:







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4 comentários:

  1. Olá amigo! Tudo bom? Gostei, porém qual seria então a teoria mais próxima da explicação da origem do Universo?

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    1. Olá Tiago!
      Infelizmente, apesar de existirem dezenas de teorias para todos os gostos sobre a formação e funcionamento do universo, como por exemplo: A teoria das cordas e a teoria das branas, ambas tão implausíveis quanto a teoria do big Bang, sem contar as teorias de dois brasileiros: um tal de guglinsky, que criou a chamada "teoria quântica dos anéis", e um outro, chamado geraldo cacique, com uma teoria denominada "deduções lógicas", que de lógica não tem nada..., até agora, nenhuma das propostas apresentadas, consegue obter uma porcentagem alta de probabilidade de apresentar o que de fato aconteceu. Todas estas teorias são mais filosóficas do que científicas, uma vez que não apresentam fortes evidências, e falham em muitos testes.

      Eu pessoalmente sou extremamente cético em relação a acreditar que a teoria do big bang, é a que obtém os melhores resultados comprobatórios, pois não é o que realmente acontece, mas é digamos, a teoria com maior número de acertos, mas esses acertos não resolvem nem mesmo 50%, dos problemas observados.

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  2. Oi! Boa noite! Eu particularmente penso ser pequeno demais o pensamento de apenas um Big Bang. Acredito que nesse exato momento, como "sempre" estão acontecendo bilhões de Big Bangs, em todas as direções: Largura, comprimento, altura e tempo, incontáveis linhas de tempo, tornando tudo aí sim infinito e, digamos, eterno. A ideia de apenas um Big Bang ocorrido há aproximadamente 15 bilhões de anos é muito vaga dando a falsa impressão de não havia nada e a partir daquela colossal explosão surgiu tudo, matéria e antimatéria. Prefiro acreditar que tudo está acontecendo, incluindo o "tempo" que é muito relativo, dependendo sua existência de um "observador" - Alfredo Poppes.

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  3. O ``Big Bang`` como usualmente é explicado, não existiu. Basta focarmos a verdade : Na natureza nada se cria, nada se destrói, tudo se transforma. Ficar teorizando sobre uma criação e não numa transformação é a perda descomunal de tempo que temos assistido através dos séculos. Como o ser humano carece um pouco da humildade de dizer simplesmente que não sabe, atribui a uma divindade a criação(nada se cria) do fenômeno, no caso o Big Bang. Higgs encontrou talvez uma novidade até então desconhecida, após anos de pesquisa e exclamou: Céus! ou: por Deus!!, e bastou para muitos acharem que haviam encontrado a divindade ou um pedacinho dela, a divindade que teria liberado a energia causadora de um ``Big Bang``. Aliás, deve ser a mesma divindade a que nossos antepassados atribuíam a chuva, as boas colheitas, a fertilidade, enfim, as coisas que possibilitavam a vida. Nada se cria e não existe começo nem fim quando se fala em universo, certo? O início do sistema solar é uma coisa. O início do universo é outra. O universo não tem início nem fim, simplesmente é. Somos tridimensionais, nosso pensamento é tridimensional. O sistema solar é tridimensional, surgiu do choque de dois corpos que seguiram sua trajetória. No ponto de impacto houve a maior transformação de energia, de cinética para térmica. Esse ponto é simplesmente o sol e os demais planetas, quentes e maleáveis a princípio, foram se arredondando em sua rotação e agrupando-se ao redor do sol.

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